Ocorrências mobilizaram equipes de emergência em Mauá e na capital; casos de segurança pública, tecnologia nos presídios e preservação do patrimônio também estão entre os destaques.
Um incêndio em uma empresa de reciclagem de óleo mineral em Mauá foi extinto após 17 horas de trabalho do Corpo de Bombeiros, que mobilizou 21 viaturas. A estrutura do imóvel ficou comprometida e a Defesa Civil determinou a interdição do local. Na Bela Vista, em São Paulo, outro incêndio destruiu um apartamento e levou cerca de 200 moradores a deixarem o prédio. Duas unidades foram interditadas preventivamente e não houve feridos. Já em Carapicuíba, o rompimento de uma adutora provocou vazamento, afundamento de calçada e interdição de uma avenida no Jardim das Belezas. No Rodoanel Oeste, uma máquina de obra atingiu uma passarela e deslocou uma viga da estrutura; a concessionária informou que não há risco de queda e prepara a operação para reposicionar a peça.
Na segurança pública, três apartamentos foram furtados em um condomínio de Higienópolis entre sábado (31) e domingo (1º). Os criminosos levaram joias, relógios, dinheiro e outros objetos de valor. Em Congonhas, três homens foram presos após a apresentação de documentos falsos durante o embarque em um voo da Gol com destino a Brasília. A aeronave retornou ao pátio a pedido da polícia, seis pessoas foram ouvidas e outras três acabaram liberadas. Também foi anunciado um novo sistema para bloquear celulares em presídios em até 30 minutos, com identificação dos aparelhos e solicitação de bloqueio diretamente à Anatel. A Operação Modo Avião já desativou 1.172 dispositivos em três estados.
No campo judicial, a Polícia Civil vai investigar o agente citado no processo contra Renato Cariani, após mensagens encontradas no celular do influenciador indicarem possível interferência em uma investigação anterior. O Ministério Público também pediu a condenação de outros dois réus e a absolvição de duas mulheres. Já na área cultural, o piso paulista completa 60 anos, mas corre risco de desaparecer das ruas da capital. Criado pela artista Mirthes Bernardes, o desenho que reproduz o contorno do estado não conta com proteção patrimonial nem programa específico de preservação.
